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Pensamento do dia:

"Quem não te procura, não sente sua falta. Quem não sente sua falta, não te ama. O destino determina quem entra na sua vida, mas você decide quem fica nela. A verdade dói só uma vez. A mentira cada vez que você lembra. Então, valorize quem valoriza você e não trate como prioridade quem te trata como opção."

Poema de Hugo

sábado, 2 de julho de 2011




Dedicado aos democratas venezuelanos como o amigo Fernando Rodrigues (@FRodriguezG) e ao movimento mujeres de negro (@mujeresdenegro)

¿Por qué no te callas?
mente cuando se habla
Incluso cerca de la muerte
tratando de cambiar su destino?
¿Por qué no te callas?
decir que tenemos la democracia
Y nuestra hermosa Venezuela
el derramamiento de sangre todos los días?
¿Por qué no te callas?
escuchar los gritos de los torturados
y familias desesperadas
todo tipo de horrores del pasado
¿Por qué no te callas?
Y en una dictadura extranjera
dictar el destino del mundo
dos cadáveres vagabundos
¿Por qué no te callas?
para escuchar el mujeresdenegro
llamando a la democracia
De Venezuela, para volver algún día.



Postado por mim com grande orgulho de dividir este blog com a pessoa de melhor caráter e índole que já conheci. O poema foi escrito num rompante, num ímpeto, pelo meu sócio Denilson, que é um gênio, um tanto tímido e humilde... hehe... mas de incomparável e irrepreensível caráter!

Tú eres mi locura

sexta-feira, 1 de julho de 2011



Eres mi paso mal dado ...
El deseo que siento, encarnado...
El voluptuoso que tomo, desarma y domina...
Es la tormenta que llega,
me arrastra, golpea y alucina.
Eres Pasión que arde y explota...
Mi nitroglicerina.
fuego, alimentado con gasolina...
La palabra que desarma
La mirada que toca...
y la locura, simplemente sucede...

Desatino


Ele é o meu passo mal dado...

O desejo que sinto, encarnado...
A volúpia que me toma, desarma e domina...
É a tempestade que chega,
me arrasta, devasta e alucina.

Paixão que queima e explode...
Minha nitroglicerina.
Fogo, alimentado com gasolina...

A palavra que desarma,
o olhar que enternece...
e a loucura, que simplesmente, acontece...

Em discurso, Hugo Chávez diz que está 'tratando um câncer'

Presidente da Venezuela fez sua primeira fala à nação desde que foi operado no dia 10

30 de junho de 2011 | 22h 51
ESTADÃO

estadão.com.br
CARACAS - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse nesta quinta-feira, 30, que tem um tumor na região pélvica. Ele admitiu que foi submetido a uma segunda cirurgia em Cuba para extrair as células cancerígenas e disse que está "a caminho da "recuperação total. Chávez disse que a operação "transcorreu satisfatoriamente".
Veja também:
link
Venezuela suspende cúpula devido à saúde de Chávez
linkExpectativa toma conta de venezuelanos
linkANÁLISE: Ausência de líder impõe revés a plano chavista
Harold Escalona/Efe
Harold Escalona/Efe
Venezuelanos assistem pela TV ao discurso de Hugo Chávez nesta quinta
"Após esta primeira operação, houve a necessidade de uma segunda intervenção cirúrgica, que permitiu a extração total de um tumor", disse Chávez em uma declaração à nação venezuelana, transmitida pela TV estatal.
O líder de 56 anos fez seu primeiro discurso televisivo para a nação desde que foi operado, em 10 de junho, o que deflagrou especulações de que ele estivesse seriamente doente.
O pronunciamento foi anunciado mais cedo nesta quinta pelo ministro da Informação da Venezuela, Andrés Izarra, pelo Twitter. "Veja esta noite às 9pm a mensagem do presidente Chávez ao povo da Venezuela", escreveu o ministro.
Chávez, de 56 anos, falou a partir de Havana, capital de Cuba, onde está desde o dia 10. O pronunciamento foi o primeiro desde que ele precisou ser operado às pressas em Cuba. O afastamento gerou especulações no país sobre seu estado de saúde.
 
O presidente venezuelano está em Cuba desde que precisou ser operado para a retirada de um abscesso na região pélvica, que lhe causava dores abdominais. Ele completava um giro que incluiu Brasil e Equador. Na quarta-feira, os canais estatais de TV da Venezuela e de Cuba transmitiram um vídeo no qual Chávez aparece, mais magro e disposto, ao lado do ex-presidente cubano Fidel Castro.

Prefeito suspeito de fugir em ônibus se entrega no Ceará

30/06/2011 - 20h33
FOLHA DE SÃO PAULO

DE SÃO PAULO
O prefeito de Senador Pompeu (275 km de Fortaleza), Antônio Teixeira de Oliveira (PT), entregou-se à polícia na madrugada desta quinta-feira.
Oliveira estava foragido havia nove dias, quando ele e mais 30 pessoas tiveram a prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça do Estado sob suspeita de participação em um esquema de fraudes em licitações.
A polícia investiga a hipótese de o prefeito e os outros 30 suspeitos terem fugido da cidade em um ônibus alugado antes da decretação da prisão. A defesa do prefeito nega.
Além dele, tiveram a prisão e o afastamento decretados o vice-prefeito, o vice-presidente da Câmara Municipal, secretários, engenheiros e empresários. Até agora, nove pessoas foram presas, segundo a Secretaria de Segurança.
Segundo a denúncia e a representação criminal feitas pelo Ministério Público do Ceará, eles são suspeitos de cometer desvio de recursos públicos, pagamentos indevidos e emissão de cheques para pagamentos de empresas que fornecem notas fiscais frias.
O advogado dos suspeitos, Hélio Leitão, afirmou que o pedido de prisão foi precipitado, porque seus clientes não fizeram nada que estivesse obstruindo a investigação. Além disso, para ele, o afastamento deles do cargo seria suficiente.
Ele disse que não vai se pronunciar sobre as acusações porque não conhece o teor das mesmas.

Jobim elogia FHC e diz que hoje tem de tolerar 'idiotas'

01/07/2011 - 08h49

01/07/2011 - 08h49

FOLHA DE SÃO PAULO
VERA MAGALHÃES
ENVIADA ESPECIAL A BRASÍLIA
CATIA SEABRA
DE BRASÍLIA
O ministro Nelson Jobim (Defesa) fez um discurso ontem na homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que foi interpretado como sinal de insatisfação com sua situação no governo Dilma Rousseff.
Começou dizendo que faria um "monólogo" dedicado a FHC --de quem foi ministro da Justiça e que o indicou para o Supremo Tribunal Federal--, e que deixaria "vazios" que o tucano iria "compreender perfeitamente".
Jobim elogiou o estilo conciliador do ex-presidente. "Nunca o presidente levantou a voz para ninguém. Nunca criou tensionamento entre aqueles que te assessoravam", disse. A referência foi interpretada como uma alusão ao estilo duro de Dilma com seus auxiliares.
"Se estou aqui, foi por tua causa", afirmou, sem mencionar Lula nem Dilma.
Disse que, quando presidente, FHC construiu "um processo político de tolerância, compreensão e criação".
"E nós precisamos ter presente, Fernando, que os tempos mudaram." E citou Nelson Rodrigues: "Ele dizia que, no seu tempo, os idiotas chegavam devagar e ficavam quietos. O que se percebe hoje, Fernando, é que os idiotas perderam a modéstia. E nós temos de ter tolerância e compreensão também com os idiotas, que são exatamente aqueles que escrevem para o esquecimento".
Esse encerramento da fala provocou perplexidade em governistas da plateia. "O que ele está querendo dizer?", indagou um petista.
Questionado sobre a fala, FHC disse que não viu nenhuma tentativa de fazer "comparações". Sobre os "idiotas", FHC sorriu e concordou: "É, aquilo foi forte".
Já o presidente do ITV (Instituto Teotonio Vilela), Tasso Jereissati, avaliou que o titular da Defesa "fez um discurso cheio de recados".
Aliados do ministro dizem que ele está, de fato, insatisfeito com Dilma. Recentemente se queixou a correligionários de que a presidente não o convoca para opinar sobre assuntos de política e direito, como Lula fazia.
Ele também ficou incomodado com o corte do orçamento de sua pasta. Assessores da Defesa negam que Jobim tenha manifestado a vontade de deixar o cargo.
ECUMÊNICO
Vários aliados de Dilma participaram da homenagem a FHC no Senado: o governador Eduardo Campos (PSB-PE), o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que fez um discurso elogiando o ex-presidente, e o ministro Garibaldi Alves (Previdência).
A mestre de cerimônias do evento foi a atriz Fernanda Montenegro. O vice-presidente Michel Temer recepcionou o tucano no gabinete do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
No discurso, FHC se disse "muito feliz" com a carta elogiosa que recebeu de Dilma por conta do aniversário de 80 anos e que viu no gesto a prova de que "não é preciso destruirmos um ao outro".
O discurso mais crítico ao PT foi feito por José Serra, que disse que, quando presidente, FHC jamais "passou a mão na cabeça de aloprado".
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VERA MAGALHÃES
ENVIADA ESPECIAL A BRASÍLIA
CATIA SEABRA
DE BRASÍLIA
O ministro Nelson Jobim (Defesa) fez um discurso ontem na homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que foi interpretado como sinal de insatisfação com sua situação no governo Dilma Rousseff.
Começou dizendo que faria um "monólogo" dedicado a FHC --de quem foi ministro da Justiça e que o indicou para o Supremo Tribunal Federal--, e que deixaria "vazios" que o tucano iria "compreender perfeitamente".
Jobim elogiou o estilo conciliador do ex-presidente. "Nunca o presidente levantou a voz para ninguém. Nunca criou tensionamento entre aqueles que te assessoravam", disse. A referência foi interpretada como uma alusão ao estilo duro de Dilma com seus auxiliares.
"Se estou aqui, foi por tua causa", afirmou, sem mencionar Lula nem Dilma.
Disse que, quando presidente, FHC construiu "um processo político de tolerância, compreensão e criação".
"E nós precisamos ter presente, Fernando, que os tempos mudaram." E citou Nelson Rodrigues: "Ele dizia que, no seu tempo, os idiotas chegavam devagar e ficavam quietos. O que se percebe hoje, Fernando, é que os idiotas perderam a modéstia. E nós temos de ter tolerância e compreensão também com os idiotas, que são exatamente aqueles que escrevem para o esquecimento".
Esse encerramento da fala provocou perplexidade em governistas da plateia. "O que ele está querendo dizer?", indagou um petista.
Questionado sobre a fala, FHC disse que não viu nenhuma tentativa de fazer "comparações". Sobre os "idiotas", FHC sorriu e concordou: "É, aquilo foi forte".
Já o presidente do ITV (Instituto Teotonio Vilela), Tasso Jereissati, avaliou que o titular da Defesa "fez um discurso cheio de recados".
Aliados do ministro dizem que ele está, de fato, insatisfeito com Dilma. Recentemente se queixou a correligionários de que a presidente não o convoca para opinar sobre assuntos de política e direito, como Lula fazia.
Ele também ficou incomodado com o corte do orçamento de sua pasta. Assessores da Defesa negam que Jobim tenha manifestado a vontade de deixar o cargo.
ECUMÊNICO
Vários aliados de Dilma participaram da homenagem a FHC no Senado: o governador Eduardo Campos (PSB-PE), o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que fez um discurso elogiando o ex-presidente, e o ministro Garibaldi Alves (Previdência).
A mestre de cerimônias do evento foi a atriz Fernanda Montenegro. O vice-presidente Michel Temer recepcionou o tucano no gabinete do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
No discurso, FHC se disse "muito feliz" com a carta elogiosa que recebeu de Dilma por conta do aniversário de 80 anos e que viu no gesto a prova de que "não é preciso destruirmos um ao outro".
O discurso mais crítico ao PT foi feito por José Serra, que disse que, quando presidente, FHC jamais "passou a mão na cabeça de aloprado".

Concentração de supermercados sobe e chega a 46% no país

01/07/2011 - 08h30

FOLHA DE SÃO PAULO
MARIANA SALLOWICZ
CLAUDIA ROLLI
DE SÃO PAULO
As cinco maiores redes de supermercados do país têm aumentado a participação no setor durante os últimos anos. Juntos, esses grupos faturaram R$ 93,46 bilhões em 2010 --o equivalente a 46% das receitas das empresas que atuam no segmento.
Em 2004, o percentual era de 40%. Os dados foram elaborados pela Felisoni Consultores e Provar/Ibevar, a partir de informações da Abras (Associação Brasileira de Supermercados).
O estudo mostra que a concentração no setor de supermercados é uma tendência que deve se acentuar no país --principalmente se a fusão entre o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour de fato ocorrer.
Caso a união seja aprovada, as duas redes terão, juntas, 2.386 pontos de venda em 178 municípios, com receita anual de R$ 65 bilhões.
No Estado de São Paulo, região de maior consumo do país, a estimativa é que a participação dos três principais grupos seja ainda maior: 60% se considerado o faturamento de Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart. Os dois primeiros respondem por 47%.
"O aumento na concentração é uma tendência porque os produtos vendidos nos supermercados têm margens [de lucro] reduzidas. Para aumentar os ganhos, os supermercados buscam mais escala com maior participação nesse mercado. É o que temos visto nos últimos anos", diz Claudio Felisoni, coordenador do Provar/Ibevar.
Já a Apas (Associação Paulista de Supermercados) considera que a concentração no setor supermercadista é menor --de cerca de 42%.
"Esse percentual tem se mantido estável nos últimos sete anos se levado em conta somente o setor alimentar", diz João Galassi, presidente da associação, ao se referir ao fato de o estudo do Provar incluir as operações das Casas Bahia e do Ponto Frio nos números do Pão de Açúcar.
Galassi considera "razoável" o nível de concentração no setor, e afirma que, em 2000, o percentual era de 29%. "Após a compra de pequenas e médias empresas, houve estabilidade."
Apesar do aumento na concentração nos últimos anos no Brasil, o percentual ainda é inferior ao de outros países, como França (70%), Reino Unido (63%), Portugal (63,2%) e a média da União Europeia (48,9%).
"O grau de concentração no Brasil é até baixo se comparado ao de outros países e se for considerada a polarização que existe entre as redes. Ou seja, as três primeiras detêm percentual expressivo do mercado. E a quarta e quinta colocadas têm 1,7% (G. Barbosa) e 1,2% (Bretas)", diz João Carlos Lazarini, diretor do Provar/Ibevar.
CONSUMIDOR
A concentração no setor --e a proposta de fusão de Pão de Açúcar e Carrefour-- não é benéfica ao consumidor, segundo Maria Inês Dolci, coordenadora da ProTeste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).
"Quanto maior é o mercado, maior é a disputa para atrair o consumidor com melhores preços, com qualidade de serviços e com investimento em tecnologia que beneficiem o consumidor", diz.
Para Felisoni, em um primeiro momento a fusão poderá ser prejudicial aos consumidores. "Mas, com a atuação do Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica], os efeitos serão minimizados." Isso porque o órgão determina a venda de algumas lojas em regiões onde a concentração supera o permitido pela legislação.