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Tucanos fazem convenção que medirá forças de Aécio e Serra

sábado, 28 de maio de 2011

28/05/2011 - 06h30

Maurício Savarese
Do UOL Notícias
Em Brasília

Em sua primeira convenção nacional após a derrota nas eleições presidenciais de 2010, o PSDB se reúne neste sábado (28) em Brasília sem ter dado fim às divisões internas que facilitaram a vitória de Dilma Rousseff e de governistas na votação do ano passado. O encontro servirá também para indicar se José Serra, candidato derrotado na corrida pelo Palácio do Planalto, está isolado ou se pode medir forças com o senador mineiro Aécio Neves.

Enquanto o ex-governador de São Paulo sofre para emplacar aliados em cargos-chave e corre risco de não assumir a presidência do Instituto Teotônio Vilela – depois de derrotado em 2006, Geraldo Alckmin ficou no cargo para ter alguma visibilidade -, Aécio já é chamado de potencial presidenciável para 2014. Até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso vê o ex-governador de Minas Gerais à frente do homem que teve 45 milhões de votos no ano passado.

Os atritos ficam para os bastidores. Em público, os principais líderes tucanos, como os governadores Alckmin e Antônio Anastasia, falam em "repaginação" ou em "reagrupamento" do partido, que perdeu aliados para o PSD, recém-criado pelo prefeito Gilberto Kassab, e já se vê pressionado pelas eleições municipais de 2012. A eleição do presidente da legenda pelos próximos anos, no entanto, vai mostrar de que lado as forças internas estão.

Serra pode acabar levado à presidência de um conselho político que será criado na convenção. A presidência do PSDB, nesse cenário, continuaria nas mãos do deputado federal Sérgio Guerra, que coordenou a campanha tucana à Presidência no ano passado em uma convivência cheia de desencontros com o ex-governador. "O cenário realmente não é o melhor, acho que podemos levar dias até a convenção acabar", disse um tucano da máquina do partido.

Não há garantia de que Serra cederá aos apelos dos colegas paulistas. Mas o instinto de sobrevivência pode falar mais alto. "A chance maior é de alguma conciliação no encontro para depois, nos dias seguintes, serem definidas a presidência do Instituto e a ocupação de alguns espaços importantes. Serra foi nosso candidato a presidente. Um homem que poderia dirigir o país não pode ser deixado de lado", afirmou o tucano, que preferiu não se identificar.

Até agora, nenhum outro candidato a presidente do PSDB se apresentou, mas Guerra pode enfrentar concorrência de última hora se o candidato derrotado à presidência se sentir isolado. Alberto Goldman, sucessor de Serra no governo paulista, poderia ser apresentado – embora a tendência seja ele ocupar a secretaria-geral. Sinal de que o encontro, que começa às 9h no centro de convenções Brasília 21, pode não acabar quando terminar oficialmente.

Palocci teria usado assessor para cuidar de sua agenda de consultor

28 de maio de 2011 06h48 atualizado às 07h18


O ministro Antonio Palocci teria usado, quando ainda era deputado, seu chefe de gabinete na Câmara para cuidar de sua agenda de consultor pela empresa Projeto. Branislav Kontic, que hoje é o principal assessor de Palocci na Casa Civil, assinou como testemunha, junto com um motorista da empresa, a última alteração contratual da Projeto, em dezembro, quando ainda era funcionário comissionado do Legislativo. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Ainda segundo o jornal, Branislav viajou 30 vezes de Brasília para São Paulo, com dinheiro da Câmara, em 2010. Duas dessas viagens foram em dezembro, quando ele assinou o documento da Projeto. A Folhaconsultou a Casa Civil, que informou que as viagens tiveram o objetivo de "cuidar do escritório político e das atividades partidárias do deputado em sua base".

Palocci usou servidor para cuidar de consultoria

DE SÃO PAULO

28/05/2011 - 05h46

O ministro Antonio Palocci usou, quando deputado, seu chefe de gabinete na Câmara para, segundo a Casa Civil, "compatibilizar" sua agenda de consultor pela Projeto e a de parlamentar.

Reportagem de Matheus Leitão e José Ernesto Credendio (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha) informa que Branislav Kontic, hoje o principal assessor de Palocci na Casa Civil, assinou como testemunha, junto de um motorista da empresa, a última alteração contratual da Projeto, em dezembro, quando ainda era funcionário comissionado do Legislativo.

O ministro entregou na sexta-feira (27) à Procuradoria-Geral da República sua defesa sobre a multiplicação do seu patrimônio nos últimos anos, revelado pela Folha. O patrimônio de Palocci cresceu 20 vezes desde 2006, depois que ele fundou a consultoria Projeto. No período, o ministro comprou um apartamento de R$ 6,6 milhões e um escritório de R$ 882 mil.

Marcelo Camargo - 26.mai.2011/Folhapress
Palocci ao lado de Dilma durante evento no Palácio do Planalto; ministro entregou defesa à Procuradoria-Geral da República
Palocci ao lado de Dilma durante evento no Palácio do Planalto; ministro entregou defesa à Procuradoria-Geral da República

No ano de 2010, quando o atual ministro era deputado e atuava na coordenação da campanha de Dilma, a Projeto, empresa de Palocci, faturou R$ 20 milhões.

Nos dois últimos meses do ano passado, a empresa levou mais da metade desse valor.

MINISTÉRIO PÚBLICO

Antes mesmo de a Procuradoria-Geral da República se manifestar, o Ministério Público Federal em Brasília antecipou-se e abriu investigação cível sobre o caso. O foco da ação é apurar se a evolução patrimonial do ministro é compatível com os ganhos de sua empresa.

Após a divulgação da sua evolução patrimonial, Palocci afirmou, em nota, que o crescimento está detalhado na declaração de Imposto de Renda e que a Projeto prestou serviços a clientes da iniciativa privada "tendo recolhido sobre a remuneração todos os tributos devidos".

Leia mais na Folha deste sábado, que já está nas bancas.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/922131-palocci-usou-servidor-para-cuidar-de-consultoria.shtml


Todo brasileiro devia ter um....

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mas este aqui é só meu!! HAHAHA...
Ganhei de presente do meu amigo Carlos Menezes , o @TOVENDOTUDO do Twitter e adorei!! Aqui está pra vocês curtirem também....





Patriotas

"Aposto nessa porcaria de País."
Dono da construtora WTorre, Walter Torre Jr que contratou
os serviços de consultoria do ministro Pallocci.

Comissão muda sistema de cota de passagem aérea para senadores

Dinheiro para compra de bilhetes ficará atrelado aos R$ 15 mil da verba indenizatória, mesmo modelo adotado pela Câmara; objetivo é dar transparência ao uso dos recursos

26 de maio de 2011 | 18h 34
Rosa Costa, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - O Senado vai mudar o sistema de utilização de bilhetes aéreos pelos senadores. O primeiro-secretário, Cícero Lucena (PSDB-PB), informou que a Mesa Diretora decidiu adicionar o dinheiro da cota de passagem devida aos parlamentares aos R$ 15 mil da verba indenizatória, a exemplo do que ocorre na Câmara dos Deputados.Leia Mais...

PMDB pressiona e impõe ‘preço’ para proteger Palocci

Temer foi avisado de que partido apoiará o relatório de Aécio restringindo poderes da presidente na edição de medidas provisórias

26 de maio de 2011 | 23h 00
Christiane Samarco, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - Principal aliado do governo, o PMDB colocou um "preço" para proteger o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, do constrangimento de ter de explicar a evolução de seu patrimônio no Congresso ou de ser alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A fatura já começou a ser apresentada e até o vice-presidente da República, Michel Temer, terá de ajudar a pagar esta conta, na condição de presidente de honra do PMDB.
Veja também:
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Palocci não se sustenta no cargo se não se explicar, diz Paulinho
especialMinistro dá explicações a senadores do PT

A cota do vice foi tratada no café da manhã que ele ofereceu nesta quinta-feira, 26, a sete senadores do grupo independente do PMDB. Temer foi avisado de que o partido apoiará o relatório do senador Aécio Neves (PSDB-MG), restringindo poderes da presidente Dilma Rousseff na edição de Medidas Provisórias.
O vice entrou em campo para reunir os independentes do partido depois que o próprio Palocci foi advertido por petistas do risco de a oposição reunir 28 votos para investigá-lo - um a mais que o necessário para instalar uma CPI exclusiva no Senado.
Em meio à avalanche de críticas e queixas de parlamentares como Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que pediu audiência a Palocci há dois meses e meio e nunca obteve resposta, Temer foi cobrado como vice da República e como presidente do PMDB.
Dissidente que coordenou a campanha presidencial do tucano José Serra em Santa Catarina, Luiz Henrique (PMDB) contou que tem o apoio da bancada peemedebista para relatar o Código Florestal no Senado e pediu ajuda para evitar qualquer veto "descabido" do governo a seu nome, uma vez que ele não é "radical". Mais do que a relatoria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ele quer ser o relator do Código na Comissão de Agricultura, que analisará o mérito da proposta.
Negociações. Antes de a crise em torno do ministro Palocci se agravar, o Palácio do Planalto avisara que a prometida nomeação do deputado Mendes Ribeiro (PMDB-RS) líder do governo no Congresso dependeria do desempenho dele nas negociações do Código Florestal, durante a ausência do líder Henrique Alves, que viajaria para a Rússia com Temer.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,pmdb-pressiona-e-impoe-preco-para-proteger-palocci,724529,0.htm